Do Grão à Barra ao Negócio: A História Por Trás da Soul Chocolate

Do Grão à Barra ao Negócio: A História Por Trás da Soul Chocolate

Soul Chocolate

Os fundadores da Soul Chocolate, Katie Bartlett e Kyle Wilson, conheceram-se em uma pequena comunidade na periferia da cidade, descobrindo um ponto em comum no gosto de ambos por turismo de aventura.

Cinco anos atrás, atraídos por oportunidades melhores, eles se mudaram para Toronto, onde Katie trabalhava como padeira e Kyle atuava como barista na florescente indústria de café artesanal da cidade. Suas férias – cada minuto delas – eram utilizadas para explorar partes remotas do planeta e imergir na rica cultura de cada país visitado por eles.

Durante uma visita recente à Nova Zelândia, os apaixonados por gastronomia encontraram uma cafeteria especializada tanto em café quanto em chocolate. O chocolate quente de ganache inspirou uma experiência quase religiosa. “Eu não conseguia tirá-lo da minha cabeça”, Katie conta para mim.

Ao voltar para casa, ela imediatamente se inscreveu em uma oficina de trufas numa chocolateria local. E ficou viciada. Em seguida, foi a vez do programa de chocolateiro profissional, no qual ela aprendeu a preparar biscoitos de hortelã, geleias e esculturas de chocolate – tentação!

Soul Chocolate Katie

foto: Matthew Wiebe

O curso reafirmou o novo caminho de vida dela, embora não tenha abrangido os aspectos mais interessantes da produção de chocolate para ela – os princípios básicos da transformação da semente em barra foram habilidades aprendidas sozinhas por meio de tentativa e erro, através da adaptação do conhecimento inerente de Kyle sobre a torrefação de grãos de café.

O primeiro negócio do casal – um serviço de assinatura de café e chocolate – representou a primeira incursão deles no empreendedorismo. Dessa forma, os parceiros de vida e viagens se tornaram sócios de negócios. Através desse negócio inicial, eles desenvolveram seus paladares e seu desejo por uma “fatia maior da torta”.

“O negócio de assinatura de café e chocolate foi uma enorme experiência de aprendizado. Nós podíamos experimentar os produtos de todos os fabricantes da América do Norte. Embora tenhamos optado por interromper o serviço no final, ele nos forneceu um insight sobre como o back-end da produção de chocolate era feito.”

O negócio de assinatura de café e chocolate foi uma enorme experiência de aprendizado.

Na empreitada mais recente deles, a produção de chocolate, do grão à barra, consistia em algo simples, unindo a experiência de panificação de Katie e o conhecimento anterior de Kyle quanto à torrefação de grãos. O negócio também explicava o desejo de viajar do casal – obter grãos a partir de regiões remotas significa que as viagens fazem parte do trabalho (além da dedução de impostos!).

O casal assumiu tarefas do negócio que são capazes de aprimorar suas habilidades – Katie cuida da produção, enquanto Kyle lida com os aspectos mais comerciais. “Ele também é um ótimo faz-tudo”, afirma Katie.

Viagem de Katie

foto: Soul Chocolate/Instagram

Conheça a Soul Chocolate

A Soul Chocolate nasceu de uma curiosidade pela origem das coisas. O casal se esforça para descobrir o núcleo culinário de cada país visitado, transformando grãos brutos em uma carta de amor em formato de barra para cada um dos seus destinos favoritos.

Todos os aspectos, até mesmo a criação das embalagens, celebram a origem dos grãos. Eles contrataram um amigo para criar invólucros exclusivos a cada variedade de barra, inspirados pelo respectivo país.

“No caso de Madagascar, o branco e preto, assim como o design do triângulo, baseia-se nos têxteis. Para a Venezuela, o design inclui um pássaro chamado de troupial – a ave nacional. Quanto à Tanzânia, criamos um desenho abstrato do rosto de uma zebra.”

Barras Soul Chocolate

foto: Neo Coffee Bar/Instagram

Os grãos são obtidos diretamente com fazendeiros, atualmente em Madagascar, Tanzânia e Papua Nova Guiné. O fornecimento e envio a partir de algumas regiões pode ser complexo e custoso. Porém, na pequena e crescente comunidade de Toronto de produção do grão à barra, eles encontraram a cooperação em meio à concorrência, afirma Katie:

“A maioria dos produtores do grão à barra é bem sincera sobre onde obtém seu cacau. No caso do Equador, por exemplo, nós entramos através de uma organização sem fins lucrativos que faz a ponte entre o fazendeiro e nós. O próximo objetivo será reunir um grupo de fabricantes de chocolate e trazer tudo em um contêiner, pois o preço é muito alto. De qualquer forma, todos obterão os grãos das mesmas regiões. Trata-se apenas de colocar seu toque pessoal neles, no fim das contas.”

De qualquer forma, todos obterão os grãos das mesmas regiões. Trata-se apenas de colocar seu toque pessoal neles, no fim das contas.

Katie e Kyle descobriram que cada região possui seus próprios processos, sendo que algumas delas são mais fáceis de acessar. Felizmente, o contato deles em Madagascar está a par da tecnologia e se comunica por e-mail.

“Atualmente, Madagascar é uma troca direta. O fazendeiro possui depósito nos Estados Unidos, portanto, seu acesso é realmente simples. Nós queríamos ver o que mais estava disponível e talvez encontrar alguns pequenos fazendeiros para ajudá-los.”

O carma positivo é abundante. Katie e Kyle tiveram a sorte de receber ajuda de outros empreendedores e produtores do grãos à barra – e têm prazer em lhes retribuir.

“Trata-se essencialmente de pessoas e do desenvolvimento de relacionamentos reais, e não apenas dos dólares. As pessoas são as maiores motivadoras. Você nunca sabe quem irá conhecer, independentemente se essa pessoa realmente poderá ajudá-lo de alguma forma.”

Trata-se essencialmente de pessoas e do desenvolvimento de relacionamentos reais, e não apenas dos dólares.

Sobre a Transformação do Grão em Barra

“Quando as pessoas pensam em chocolate”, afirma Kyle, “elas imaginam marcas como 99 Cents e Hershey’s. Isso são doces”. A indústria do chocolate – chocolate real – amealhou uma cultura de devotos semelhante à da indústria do vinho. O paladar exigente dos verdadeiros conhecedores de chocolate não se contenta meramente com rótulos como “origem única” ou “80% cacau”. Eles buscam desde os grãos que produzirão as barras.

Soul Chocolate Grãos

foto (e cabeçalho): Matthew Wiebe

“Do grão à barra” refere-se ao processo de produção do chocolate integralmente na mesma fábrica. Para a Soul, essa fábrica consiste em uma cozinha alugada nos fundos de uma cafeteria no bairro de Corktown, em Toronto. Dentro de um espaço de aproximadamente 3,65 m por 3,65 m, eles selecionam, tostam, descascam e moem os grãos de cacau à mão antes de misturá-los ao açúcar de cana orgânico – o único ingrediente adicional das barras.

Soul Chocolate Cozinha

foto: Matthew Wiebe

É na etapa da torrefação que as marcam diferenciam seu sabor, segundo Katie. “Eu procuro agradar meu próprio paladar”.

Devido à natureza da produção de chocolate do grão à barra (bean to bar), estar restrito ao espaço da cozinha – uma experiência que já é desafiadora – foi especialmente complicada para Katie e Kyle. Eles eventualmente encontraram seu espaço atual através de uma conexão da indústria do café, o que mais uma vez prova que a manutenção de boas relações tem sido essencial ao negócio.

“Uma parte disso foi através do boca a boca. Descobrimos algumas oportunidades através de nossos contatos. É possível procurar online, mas os espaços de cozinha em Toronto são incrivelmente caros. O pagamento é por hora, e, às vezes, acho que chegava a US$ 22 por hora. Para nós, grande parte da produção deve ser mantida em funcionamento por três dias. Simplesmente não daria certo.”

Educando o Paladar

Um pedaço do Madagascar 70%, da Soul Chocolate, está derretendo em minha boca enquanto digito. Estou realizando múltiplas tarefas – escrevendo enquanto degusto por conta própria. Felizmente, a belíssima embalagem lista todas as notas de degustação. Essa informação é útil, pois não tenho mais Katie e Kyle como guias. Eles me aconselharam a começar pelo Madagascar e seguir para a barra mais rica, Tanzânia (a variedade que mais contém cacau). Tenho muito a aprender.

Soul Chocolate Barras

foto: Matthew Wiebe

A educação se tornou parte significativa da estratégia de marketing da Soul. A graduação do M&M’s para um chocolate genuíno requer algum contexto, um desenvolvimento do paladar. Eles não são sequer da mesma espécie.

Katie e Kyle encontraram sucesso nas parcerias com clientes atacadistas, adegas e restaurantes, educando os clientes através de eventos de degustação e harmonização.

Adoramos ver o quanto conseguimos instigar a imaginação das pessoas sobre como o chocolate deve ser ou qual deve ser seu sabor.

Os eventos ajudaram o casal a fazer contatos e construir sua marca. Eles também acabaram conhecendo sobre vinho e harmonização, o que inspirou ideias para novas parcerias futuras.

“Nossa degustação mais recente foi em uma adega chamada 13th Street, em Niágara, como parte da sessão deles conhecida como ‘Meet the Maker’ (conheça o fabricante). Ela nos permitiu falar abertamente sobre chocolate e processo, bem como sobre nossas dificuldades e sucessos, de forma verdadeira, sem intenção de venda. Abriu-se um debate com os participantes, e nós pudemos harmonizar nosso chocolate com alguns vinhos incríveis. Aprendemos um pouco sobre harmonização e vinho, portanto, também voltamos sabendo um pouco mais.”

Grãos Soul Chocolate

Grãos brutos de cacau, foto: Matthew Wiebe

Atacado & Shopify

Antes de Kyle e Katie abrirem sua loja de e-commerce no Shopify, eles inicialmente criaram seu negócio puramente à base de encomendas por atacado. O casal alavancou seus contatos no segmento, e muitos dos clientes atuais são cafeterias local de Toronto, além de adegas próximas à cidade natal deles.

Eles também formaram uma parceria com a Impact Kitchen, onde atualmente alugam um espaço – a cafeteria utiliza produtos da Soul Chocolate em seus produtos assados, e uma barra colaborativa com edição limitada está sendo produzida.

Quando o casal optou por incluir o e-commerce aos seus canais de venda, eles abriram uma loja no Shopify e fizeram o lançamento inicial no último mês de outubro. As vendas de atacado e varejo, no começo, eram gerenciadas por dois sistemas separados.

“Nosso maior problema era o fato de que recebíamos pedidos por e-mail, mensagem de texto ou qualquer outro lugar. Depois de um tempo, correr atrás das pessoas em busca do pagamento fica realmente difícil.”

Logo de início, o Shopify atendeu as necessidades deles de vender diretamente aos consumidores. Porém, fazer tudo funcionar, tanto para o e-commerce quanto para o atacado, exigiu alguns ajustes.

Existem quatro maneiras de incluir preços de atacado a uma loja do Shopify que já existe atualmente:

  1. Códigos de desconto: você pode criar códigos de desconto personalizados para oferecer aos clientes atacadistas. Ao utilizar códigos de desconto para vendas no atacado, inclua condições, como o valor do pedido, ou torne o código utilizável somente para listas específicas de clientes.
  2. Apps: A App Store do Shopify oferece algumas opções de apps de atacado a partir de US$ 19,99/mês. Diversos deles disponibilizam períodos de avaliação grátis.
  3. Abra uma segunda loja: muitos comerciantes operam duas lojas online no Shopify – uma para clientes de e-commerce e outra para atacadistas. Você pode copiar sua loja virtual atual para transferir conteúdo à loja atacadista.
  4. Personalize sua loja: um desenvolvedor pode customizar seu tema do Shopify de modo a restringir o acesso aos preços de atacado ou às coleções com base nas informações da conta do cliente.
Um desenvolvedor pode customizar seu tema do Shopify de modo a restringir o acesso aos preços de atacado.

Katie e Kyle escolheram a última opção. A pequena equipe de duas pessoas precisava agilizar os pedidos de atacado e do e-commerce, combinando-os na mesma loja para economizar tempo.

Eles conseguiram a ajuda do desenvolvedor Robert Bentley, da Bentley HQ, o qual encontraram através do Upwork, um mercado para freelancers. (Nota: diversos desenvolvedores e designers aprovados pelo Shopify também podem ser encontrados através de nosso diretório Experts.)

A solução de Robert para a Soul Chocolate foi baseada no tagueamento das contas dos clientes. O item do menu de atacado leva os novos clientes para um cadastro à área atacadista. A finalização do formulário cria uma conta de cliente, tagueada como “atacadista pendente”. Robert utilizou o Zapier para fazer com que a ação gerasse uma notificação por e-mail. Os lojistas, notificados por e-mail, podem revisar o cadastro e, caso aprovado, retaguear a conta de cliente como “atacado”.

Os clientes atacadistas que fazem o login agora visualizam a mesma fachada, mas com opções adicionais, explica Robert:

“Está funcionando muito bem. Estou bem orgulhoso do que fizemos aqui. Agora, algumas áreas do site se comportam de forma diferente, caso você esteja tagueado como cliente atacadista. Adicionamos um item de menu de atacado à navegação, que se comporta de forma uma pouco diferente. Se eles não forem atacadistas, visualizarão um formulário de cadastro. Se forem atacadistas, será exibida uma coleção ou lista de produtos designados como atacado. Isso é feito de forma diferente para clientes diferentes. Alguns deles apenas contam com uma coleção de produtos de atacado à qual adicionam produtos. Outros tagueiam qualquer produto com ‘atacado’, e eles acabam aparecendo nessa lista.”

Agora que o elemento de atacado do site está em operação, Katie e Kyle estão lentamente se distanciando do processo manual e migrando os clientes atacadistas atuais para o novo sistema. Eles recentemente atualizaram sua assinatura do Shopify para obter acesso ao envio em tempo real calculado pela transportadora, no objetivo de simplificar o processamento dos pedidos de atacado.

Para outros lojistas que pensam em incluir o atacado ao mix, o casal oferece alguns conselhos:

“Ao buscar clientes atacadistas, acredito que seja útil me colocar na situação deles. O que buscam? De quais informações precisam? Quando possuo uma visão clara sobre eles e sobre seus negócios, sei como responder suas perguntas e os deixar confiantes quanto a mim e meus produtos. E você apenas deve continuar seguindo em frente. Considere a rejeição como um passo necessário, aceite-a e tente novamente. Essa é a parte mais difícil, mas essencial para o crescimento e para o sucesso.”

Considere a rejeição como um passo necessário, aceite-a e tente novamente.

Soul Chocolate Kyle

foto: Matthew Wiebe

Trabalhando com um Especialista

Embora customizar o Shopify seja seu meio de vida, Robert não acredita que todas as pessoas necessariamente precisam de sua ajuda. Ao considerar contratar um desenvolvedor, ele sugere, pergunte-se se você realmente necessita de uma personalização além daquelas presentes nas configurações do tema:

“O Shopify faz um ótimo trabalho ao deixar as pessoas basicamente divulgarem os produtos. Não acho que um desenvolvedor seja sempre necessário. Algumas pessoas querem personalizar as coisas apenas por fazê-lo, mas, em muitos outros casos, creio que isso seja um excesso. O que percebo cada vez mais, enquanto venho fazendo isso, é que muitas pessoas, como a Soul, estão criando inúmeros negócios de e-commerce realmente criativos – campos personalizados, assinaturas mensais customizáveis. Quando a funcionalidade do seu site é algo exclusivo do seu negócio, então você essencialmente deverá considerar o trabalho de um desenvolvedor para ajudá-lo a ajustar uma solução.”

Algumas pessoas querem personalizar as coisas apenas por fazê-lo, mas, em muitos outros casos, creio que isso seja um excesso.

Ao considerar contratar um desenvolvedor, lembre-se de que a frase “muito bom para ser verdade” quer dizer isso mesmo. Gastar um pouco a mais no início para contratar um desenvolvedor ou designer de boa reputação fará com que você economize dores de cabeça no longo prazo.

“O trabalho de muitas pessoas no Upwork é extremamente barato”, afirma Kyle. “É realmente tentador quando você vê que alguém pode fazer isso a US$ 15 por hora. Então, você percebe que essa pessoa não sabe o que está fazendo.”

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O Futuro da Soul

Com o site praticamente pronto, Katie e Kyle estão de volta à cozinha, criando novas ideias. Eles recentemente lançaram um novo produto com cascas de cacau (a camada externa dos grãos). As cascas são tostadas junto a flocos de coco e xarope de bordo, criando um chá aromático.

O chá, além de um calendário do advento que está atualmente em desenvolvimento, representa uma inclusão sazonal que eles esperam vender pessoalmente em mercados pop-up neste outono. Explorar o varejo não é apenas uma oportunidade para conhecer e educar os clientes presencialmente – trata-se também de um objetivo de longo prazo.

“Eventualmente, desejamos retornar para Niágara – na verdade, nós dois somos oriundos de uma região próxima – e adoraríamos possuir um local próximo à rota dos vinhos, com um galpão no qual faríamos a torrefação. Talvez também teríamos montar uma pequena loja, voltada aos tours e degustações.”

Proprietários Soul Chocolate

Kyle e Katie, foto: Matthew Wiebe

O negócio também está ajudando o casal a construir uma vida centrada em torno da paixão deles por viagens. Nestes primeiros passos, entretanto, eles são apenas uma equipe de duas pessoas que gerenciam cada aspecto do negócio, desde a produção até o envio e o atendimento ao cliente. No momento, viajar é apenas para negócios.

“Viajamos à África e fomos à Tanzânia, vimos as plantações de cacau e café, o que foi muito legal. Acredito que, neste momento, precisaremos planejar as viagens em torno do negócio. Se formos viajar como fazíamos originalmente, será por um objetivo específico, e voltaremos com um pouco de cacau. Porém, idealmente, quando possuirmos funcionários e tivermos crescido o suficiente, viajaremos muito mais.”

A esta taxa de expansão, eles farão a primeira contratação neste ano, o que os deixará um passo mais próximo do seu objetivo. A chave do sucesso deles, até o momento, segundo afirmam, tem sido sua dedicação às pessoas – clientes, clientes atacadistas, parceiros, fazendeiros – e a confiança em uma comunidade de empreendedores unida.

“O melhor recurso para nós tem sido conhecer outras pessoas que estão tentando transformar em realidade suas próprias ideias de negócios, aprendendo com os erros deles e compartilhando alguns dos nossos sucessos e fracassos, para que eles possam evitá-los ou experimentá-los por conta própria! Conhecer as pessoas pessoalmente e se conectar aos outros – acredito que desejamos isso cada vez mais, e vale a pena.”


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Sobre a autora

Dayna Winter é storyteller no Shopify. Ela segue mais cães que pessoas no Instagram, e não é ruiva natural.

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